Criatividade lucrativa

Economia criativa chegou a 1,2% do PIB do Acre em 2017, segundo estudo da Firjan

 

A economia criativa no Acre representou 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2017, apresentando um aumento de 0,1% em dois anos. Os dados fazem parte do “Mapeamento da Indústria Criativa no Brasil – Edição 2019”, realizado a cada dois anos pela Federação da Indústria do Rio de Janeiro (Firjan).

O termo ‘economia criativa’ engloba o empreendedorismo em que se transforma a criatividade em resultados nas seguintes áreas de arquitetura, design, artes, moda, cinema, audiovisual, literatura e artes cênicas, entre eles as startup.

Os dados demonstram que o setor acreano colocou o estado entre outros nove da Federação, como Rondônia, que possui uma participação de 0,9%, e até o Rio Grande do Norte. Os percentuais, claro, possuem como referencial a economia local. Com isso algumas regiões, mesmo com um resultado inferior, possuem valores reais acima do verificado no Acre.

Milhares de acreanos vivem atualmente da chamada economia criativa/Internet

No caso do profissional de consumo – aquele que, por exemplo, produz aplicativos para serem consumidos –, hoje existem 530 vagas ocupadas, com salário médio de R$ 5.775. Em 2015, eram 568 empregados, em que cada um recebia um valor médio de R$ 6.235.

Nessa indústria onde reina a criatividade, os profissionais da cultura no Acre aparecem no topo, com o melhor índice de participação entre todos os estados, chegando a 15,6% – e salário médio de R$ 3.194.

O profissional de mídia representou uma participação de 15,2% nesse total, ficando à frente do Ceará, que registrou 13,2%, e Bahia, que teve uma participação de 13,1%. O salário médio de um acreano nessa área é de R$ 2.991.

O profissional de tecnologia chegou a representar participação de 31,8%, com salário de R$ 7.056.