Em vídeo publicado na manhã deste sábado, 31, o advogado Dr. Valdir Perazzo, diretor do Instituto Brasileiro de Regularização Fundiária no Acre, comentou a posse do deputado estadual Afonso Fernandes no cargo de presidente do Parlamento Amazônico, marcada para o dia 25 de fevereiro, na Assembleia Legislativa do Estado do Acre (Aleac).
“Eu fui convidado para estar presente na posse do deputado Afonso Fernandes como presidente do Parlamento Amazônico no próximo dia 25 de fevereiro na Assembleia Legislativa do Acre”, afirmou Valdir.
“Confirmei minha participação, minha presença. Afonso Fernandes vem defendendo duas causas muito importantes para o desenvolvimento do estado do Acre. A questão da regularização fundiária, mas também a integração da Amazônia com os países vizinhos”, destacou o diretor do IBRF no estado.
Valdir também chamou atenção para a presença do presidente nacional do Instituto Brasileiro de Regularização Fundiária. “Na posse de Afonso Fernandes vai estar presente o doutor Henrique Madia. Ele já esteve em outras ocasiões no estado do Acre proferindo palestras e, por ocasião da posse, vai lançar o seu livro ‘Reurb: Mola propulsora da economia’”, disse.
De acordo com Valdir, o debate sobre regularização fundiária tem ganhado força no Acre, impulsionado por parlamentares da base governista. “No estado do Acre, dois parlamentares vêm suscitando esse debate da regularização fundiária. O próprio Afonso Fernandes e o líder do governo Manoel Moraes, ambos fazem eco do que diz o governador Gladson Cameli: ‘Regularização fundiária é minha mais importante política pública’”, pontuou.
Parlamento Amazônico
O Parlamento Amazônico, conhecido como Parlamaz, tem como objetivo principal a construção de políticas públicas integradas entre os países signatários do Tratado de Cooperação Amazônica, buscando o desenvolvimento sustentável da região. À frente do colegiado e também como presidente da Comissão Especial de Integração Latino-americana e Relações Internacionais da Aleac, Afonso Fernandes pretende colocar na agenda do foro o debate da Reurb como instrumento de promoção do desenvolvimento, não apenas nos nove estados da Amazônia Legal, mas também nos países da Comunidade Andina, como forma de enfrentamento da pobreza e das desigualdades.
Leia mais: Propriedade, desenvolvimento e poder político: o novo papel do Acre no Parlamento Amazônico


