Candidato defendeu concessão para atrair investimentos, mantendo o Estado como dono do sistema de saneamento.
O candidato ao Governo do Acre Alan Rick apresentou, durante o debate da TV Gazeta nesta segunda-feira, 21, medidas para ampliar o acesso à água tratada, expandir a rede de esgoto e executar obras de drenagem urbana.
Ao apresentar a proposta, Alan falou diretamente às famílias que enfrentam falta de água, esgoto a céu aberto e alagamentos dentro de casa.
“Eu quero tirar você que está em casa do esgoto a céu aberto, da falta de água e da falta de drenagem, que faz a água entrar na sua casa quando chove. Nosso projeto de saneamento é moderno, eficiente e é para já”, afirmou.
Para viabilizar as obras, o candidato defende uma parceria com o setor privado por meio de concessão. O modelo mantém o Estado como dono do sistema e já foi adotado com sucesso em outros estados, que conseguiram atrair investimentos e ampliar os serviços de saneamento.
“O Estado permanece dono do sistema, mas atrai o investimento privado para fazer as obras que hoje o Estado não tem dinheiro para realizar e que os municípios não têm condições financeiras de fazer. Estados que fizeram seus modelos de concessão estão colhendo os frutos”, explicou.
A proposta inclui investimentos no abastecimento de água, na coleta e no tratamento de esgoto, na drenagem urbana e no tratamento de resíduos sólidos. Alan também destacou que as obras poderão gerar empregos e ajudar a enfrentar problemas ambientais e de saúde pública.
“Nós atendemos duas questões muito importantes. Primeiro, melhoramos a infraestrutura de água, esgoto, drenagem urbana e tratamento de resíduos sólidos, além de gerar emprego. Segundo, resolvemos um problema ambiental e de saúde muito grave”, disse.
Alan afirmou ainda que o Acre não concluiu sequer a modelagem necessária para iniciar o processo e reforçou a urgência dos investimentos.
“Cada real que você investe em saneamento representa uma economia de cinco reais na saúde. O Acre não tem sequer a modelagem pronta e nós não podemos aguardar mais, porque a população sofre”, concluiu.


