Na tarde desta sexta-feira, 25, o senador Marcio Bittar (PL), candidato à reeleição, participou de um encontro com lideranças e apoiadores em Senador Guiomard, a pouco mais de uma semana da eleição. Ele falou sobre sua trajetória no Senado, os investimentos destinados ao Acre e sua visão para o futuro. Estiveram presentes a prefeita Rosana Gomes, o vice-prefeito Ney do Miltão e o candidato a deputado estadual Eduardo Gomes (Republicanos), entre outros.
Marcio apresentou um balanço da atuação parlamentar e citou recursos destinados a obras de infraestrutura, habitação, educação e saúde em vários municípios. Somente para Senador Guiomard, foram mais de R$ 41 milhões ao longo do mandato, aplicados em saúde, unidades habitacionais, restauração e pavimentação de vias, pontes, infraestrutura de escolas, entre outras.

“Hoje é muito difícil andar no Acre e dizer uma obra, um prédio […] que está sendo concluída ou que ainda vai ser lançada e não tem a nossa assinatura”, disse. O senador também atribuiu parte dos resultados à relação política construída durante o governo Bolsonaro: “Eu consegui por conta dele. Não foi só pelo meu esforço”.
Ao declarar apoio à reeleição, a prefeita Rosana Gomes pediu votos para o senador. “Dizer para vocês da importância de votarmos, de deixarmos o nosso candidato Marcio Bittar continuar fazendo o mesmo trabalho que ele faz, não só pelo Quinari, mas por todo o nosso estado”, disse.
O vice-prefeito Ney do Miltão elogiou a trajetória do senador: “Para mim, é um orgulho quando eu vejo uma liderança defendendo, lutando pelo nosso estado, lutando pelo nosso Brasil por todo esse tempo”.
Eduardo Gomes destacou a proximidade de Marcio com a população e a importância de políticos presentes nos municípios: “Eu falo em todo lugar que vou que a gente precisa de um político que esteja próximo, que realmente queira saber dos problemas, que realmente busque resolver e não ser mais um problema”.

Desenvolvimento da Amazônia
Na parte final do discurso, Marcio tratou do futuro da Amazônia. O senador defendeu uma agenda que combine preservação ambiental, produção, segurança jurídica e geração de oportunidades econômicas. Para ele, o excesso de restrições e a insegurança de quem produz afetam diretamente as famílias do campo e as perspectivas dos jovens.
“Pensando no futuro, para que a gente não veja milhares de jovens indo embora do Acre. Não porque querem, mas porque vão atrás da oportunidade que o estado não oferece”, declarou.


