O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Acre (Faeac), Assuero Veronez, também participou na manhã desta quinta-feira, 13, da audiência pública na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) que discutiu a questão dos embargos em propriedades rurais do Acre feitos pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
Segundo Assuero, o Estado tem que fazer uma força-tarefa para atender essa questão dos produtores que estão na ilegalidade: “Isso não significa, ao se resolver, que não haverá ônus. Os produtores vão pagar despesas das mais diversas e por último, se não restasse nada, ainda resta uma área que vai ficar obrigatoriamente restaurada. Nós estamos perdendo área num estado que tem muito pouca área”.
Quanto mais floresta, muito mais pobreza
Além dos embargos, uma das maiores críticas dos produtores é relacionada à questão da pesada legislação ambiental, que segundo dizem, paralisa o crescimento da produção e do desenvolvimento da região. O tema não passou despercebido durante a fala de Assuero, que criticou.
“Eu não quero aqui cometer o erro de pregar ilegalidades, mas é preciso rever as legislações. Sei que o momento é muito difícil, porque quem está no poder hoje não tem nenhuma intenção de flexibilizar qualquer legislação ambiental, pelo contrário, é pra endurecer.




