Aeroporto de Rio Branco conquista certificação ambiental internacional

● Principal programa internacional de certificação ambiental reconheceu os avanços nos aeroportos da Amazônia;
● Aeroporto de Rio Branco alcança o nível 3 do ACA, ao lado de Manaus, Boa Vista e Porto Velho;
● Garantir operações sustentáveis e a preservação ambiental é um valor da rede de aeroportos.

Fevereiro, 2026 – Os aeroportos que fazem parte da rede VINCI Airports na Amazônia tiveram suas práticas de gestão ambiental reconhecidas internacionalmente e conquistaram a certificação Airport Carbon Accreditation (ACA), concedida pelo International Airports Council (ACI).

O Aeroporto de Rio Branco é um dos primeiros no Norte do Brasil a alcançar o nível 3 da certificação, o que demonstra um progresso significativo na gestão de carbono. Manaus, Boa Vista e Porto Velho também alcançaram o nível 3 da ACA.

Já os aeroportos de Tabatinga e Tefé encontram-se no nível 1 da certificação. Esta conquista reflete o compromisso dos aeroportos com a sustentabilidade operacional e a preservação ambiental, um dos valores fundamentais da empresa.

Para obter a certificação de Nível 1, é necessário medir a pegada de carbono anualmente, identificando as principais fontes de emissão, seguindo metodologias reconhecidas internacionalmente, como o Protocolo GHG.

No Nível 3, os requisitos são mais abrangentes. Além do inventário de emissões, os aeroportos precisam demonstrar uma gestão estruturada de carbono, incluindo uma política de baixas emissões, metas de redução, monitoramento do consumo de energia e combustível, análise das emissões dos investimentos, treinamento interno, auditorias, comunicação de resultados e engajamento ativo de partes interessadas, como companhias aéreas, prestadores de serviços e outros operadores.

Principais avanços
No Rio Branco Airport iniciativas específicas impulsionam o progresso rumo à descarbonização, entre elas, destacam-se a elaboração de inventários de carbono e indicadores alinhados ao GHG Protocol, que permitiram mapear com precisão as principais fontes emissoras e orientar decisões estratégicas. Foi implementado um Plano de Gestão de Carbono, combinando ações de curto, médio e longo prazo.

Houve ainda a modernização dos sistemas de refrigeração e a substituição gradual da iluminação convencional por tecnologia LED, além da utilização de triciclos elétricos para a coleta de resíduos nas áreas operacionais. Por meio de um aplicativo, é possível fazer a gestão do consumo de energia do aeroporto.

O CEO da Concessionária dos Aeroportos da Amazônia, Kleyton Mendes, destaca: “Esta certificação é um reconhecimento do nosso compromisso com as melhores práticas globais de sustentabilidade. Mais do que um resultado operacional, este avanço fortalece a colaboração com companhias aéreas, prestadores de serviços e a comunidade, reafirmando nosso compromisso contínuo com a descarbonização e a construção de uma indústria da aviação mais responsável e um futuro mais saudável.”

O diretor-geral de ACI-LAC e Rafael Echevarne, ressalta: “É motivo de grande satisfação da parte de ACI-LAC ver os aeroportos da rede Concessionária dos Aeroportos da Amazônia alcançando novos patamares no programa Airport Carbon Accreditation. O ingresso de Tabatinga, Cruzeiro do Sul e Tefé no Nível 1, somado ao avanço notável de Manaus, Porto Velho, Boa Vista e Rio Branco até o Nível 3, demonstra não apenas compromisso, mas verdadeira liderança de Vinci Airports Brasil na agenda de sustentabilidade. Essas conquistas refletem o empenho de nossos parceiros em transformar a aviação brasileira em referência mundial na gestão ambiental e na resposta às mudanças climáticas”.

Uma referência em sustentabilidade
Desde 2022, quando passaram a ser geridos pela Concessionária dos Aeroportos da Amazônia, os aeroportos de Manaus, Tabatinga, Tefé, Boa Vista, Porto Velho, Rio Branco e Cruzeiro do Sul têm recebido melhorias contínuas em energia, infraestrutura, frota, gestão de resíduos e processos, seguindo as diretrizes da política ambiental da VINCI Airports. A empresa estabeleceu a meta de reduzir as emissões em 66% até 2030 e atingir o Net Zero até 2050. Atualmente, a redução de emissões já alcançou 77,7% nos sete aeroportos.

Os resultados alcançados até o momento são fruto de um conjunto amplo e integrado de medidas técnicas e operacionais, apoiadas por Planos de Gestão de Carbono específicos implementados para cada aeroporto, combinando ações de curto, médio e longo prazo.

O Aeroporto Salvador Bahia, primeiro da rede VINCI no Brasil, também foi pioneiro nas Américas, alcançando o nível 5 da ACA, o mais alto padrão global para a descarbonização de aeroportos.

Sobre o Rio Branco Airport
O Rio Branco Airport é um dos sete aeroportos na Amazônia operados pela VINCI Airports, maior operadora privada de aeroportos no mundo, por meio do contrato de concessão com duração de 30 anos. Principal aeródromo do estado do Acre, o Rio Branco Airport busca maior conectividade e estímulo da economia da região. Incorporando padrões operacionais globais, busca oferecer mais eficiência, segurança e uma melhor experiência de viagem para seus passageiros.

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