‘Atividades ilícitas que ocorrem no Vale do Javari não são desse governo’, diz presidente da Funai

O presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Marcelo Augusto Xavier da Silva, concedeu nesta terça-feira, 14, uma entrevista ao Headline News e comentou sobre o desaparecimento do indigenista Bruno Pereira e o jornalista britânico Dom Phillips.

Marcelo alegou que apenas Bruno tinha autorização para adentrar em terras indígenas durante os dias 17 até 30 de maio e um teste PCR de detecção de Covid-19. Já Dom Phillips, segundo Marcelo, não tinha autorização para entrar nas áreas de proteção indígenas, mas este apenas passou pelo seu entorno – sem ter realizado os testes do novo coronavírus.

A Funai também ressaltou que irá abrir um procedimento interno para apurar os recentes acontecimentos na região do Vale do Javari. Ao ser questionado se as atividade ilícitas na região, como extração de madeira, garimpo e tráfico de drogas e armas, o presidente do órgão alegou que este não é um problema que se iniciou neste governo.

“O que há neste governo é efetivamente o combate a estas atividades com investimento e com dados que mostram, inclusive, a redução do desmatamento”, disse o chefe da instituição. De acordo com o presidente, foram realizados mais de R$ 1 milhão em medidas de fiscalização e prevenção de crimes no Vale do Javari desde o início da gestão Bolsonaro.

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