Bittar visita Iteracre e diz que regularização fundiária dá o direito aos verdadeiros donos enquanto ONGs travam o processo na Amazônia

O senador Marcio Bittar (PL) visitou nesta sexta-feira, 29, a sede do Instituto de Terras do Acre (Iteracre), onde foi recebido pela presidente da instituição, Gabriela Câmara, e sua equipe. A visita reforça o histórico de apoio do senador à regularização fundiária no estado, pauta que ele defende.

Gabriela destacou os avanços conquistados nos últimos anos e agradeceu o apoio do parlamentar. “A sua emenda ajudou a fomentar esse trabalho realizado pelo Iteracre”, afirmou. Bittar destinou R$ 1 milhão em emendas parlamentares ao instituto, recursos aplicados no fortalecimento institucional e operacional da entidade, com investimentos em infraestrutura, mobilidade e comunicação.

Para Bittar, sem o título, o produtor rural vive numa zona cinzenta entre o legal e o ilegal, impedido de acessar crédito, fazer planejamento e atrair investimentos. “A forma que eles têm de prender a regularização é na burocracia. Nega o título e multa. Sem o título, a pessoa não é dona da terra”, afirmou o senador.

Bittar foi direto ao apontar quem, na sua avaliação, barra o avanço da regularização fundiária na Amazônia. “Tem pessoas que são absolutamente contra a regularização fundiária na Amazônia. A preocupação dessa turma que é contra a regularização não é ambiental. A turma da Marina é contra por conta disso”.

“Vamos ganhar a eleição nacional e acabar com essas multas”, completou.

Na avaliação do senador, a regularização fundiária é a política pública capaz de romper o ciclo de dependência no campo, criando proprietários no lugar de dependentes e gerando riqueza em vez de estatísticas assistenciais. Não por acaso, segundo ele, o processo enfrenta resistência de ONGs que atuam na região amazônica.

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