Debute

Coluna vai mirar os políticos falastrões e promete não errar o alvo

 

Como sabem os que me acompanharam nos últimos anos – uns por me odiarem as opiniões e outros porque, via de regra, tendiam a endossá-las –, estou de casa nova. E o que espero, daqui por diante, é continuar a honrar a audiência que recebi outrora – tendo, inclusive, o privilégio de ter figurado na segunda posição do ranking do colunismo político, segundo a opinião dos leitores do estado em declaração à pesquisa Top of Mind de 2018.

Nesta primeira edição da coluna, faço questão de ressaltar que o título escolhido por mim está longe de ser uma apologia à violência e  tampouco pretende incentivar os leitores ao uso de armas de fogo. Ainda, porém, que eu seja a favor da medida que flexibilizou o acesso a elas.

O nome da coluna é tão-somente uma metáfora. E nessa linha, adianto que vou continuar a mirar os políticos incompetentes, ladinos, dissimulados e desonestos. E prometo não errar o alvo na hora de apertar o gatilho.

Minha disposição continua sendo a de oferecer aos leitores informações verídicas e análises criteriosas sobre a política e outros assuntos correlatos. A receita já se mostrou exitosa. E embora minha postura profissional continue a me render desafetos, colho também – e com enorme gratidão – a credibilidade de dezenas, ou talvez até centenas de pessoas que acompanham meu trabalho. De algumas delas, inclusive, recebi, lisonjeado, generosos e até imerecidos elogios.

Este espaço, portanto, não será preenchido – como nunca o fiz em nenhum outro veículo em que trabalhei – com o deplorável e inútil disse-me-disse da política local. Meu objetivo é revelar a verdade que se esconde nas entrelinhas do que dizem nossos representantes públicos e desnudá-los no tocante à contradição entre o que pregam em público e aquilo que fazem às escondidas.

E se muito critiquei os governos do PT, com o Sr. Gladson Cameli não haverá de ser diferente. E a julgar pelos primeiros cem dias da atual gestão, não me faltará assunto para a coluna.