Em 2022 é Jair ou já era!

Somente quem está no debate cultural e político desde 2013 é capaz de perceber que estamos chegando há uma década de debate político/ideológico e não se enxerga uma luz no fim do túnel para o fim da polarização que tomou conta do Brasil. Quem entende o mínimo de guerra cultural, sabe que a politização só irá aumentar e chegará à várias áreas da sociedade que, até o presente momento, não foram afetadas pela guerra de ideias.

O Foro de São Paulo, fundado pelo ex-presidiário Lula e o ex-ditador sanguinário Fidel Castro na década de 90, estão se fortalecendo na América Latina e retomando o poder que perdeu nos últimos anos. Por onde o socialismo passa, a miséria, a pobreza, a violência e o sofrimento determinam a regra do jogo e isso pode ser evidenciado ao observarmos a Venezuela, onde 96% da população está na pobreza e a inflação está atingindo picos inimagináveis. A Argentina segue o mesmo exemplo e a pobreza começa a se espalhar de forma endêmica, assim como a violência. Ambos os países foram dominados pela esquerda. 

Os comunistas de Cuba que comandam o Foro de São Paulo, aproveitaram a pandemia para impor um terror psicológico na América Latina, em parceria com seus amigos do Partido Comunista Chinês e os Globalistas que comandam as grandes corporações, principalmente as de mídia/imprensa e as BigTechs. Utilizando métodos de guerra de quinta geração, estes agentes empreenderam uma verdadeira guerra psicológica, tendo como alvo o cidadão que, vítima da maior ação de desinformação da história humana, sucumbiu de medo e permitiu que abusos as liberdades civis fossem cometidas em cada canto do nosso continente. 

Como tudo que essa elite corrupta faz está interligado, os resultados dessas ações coordenadas já se manifestam na disputa do poder da América Latina. O radical de extrema esquerda, Gabriel Boric, foi eleito presidente do Chile. E o que isso tem a ver com o Brasil?

Se a direita conservadora vacilar, fenômeno semelhante ocorrerá no Brasil, já que a nossa pátria mãe gentil, é a maior força econômica, ambiental e bélica no continente. Com a queda do Donald Trump, o presidente Jair Bolsonaro se tornou no último bastião em defesa da liberdade no Ocidente e virou o alvo número um dos inimigos da civilização. Eles virão com tudo em 2022 e precisamos estar preparados para isso!

Defender o Presidente Bolsonaro não é apenas uma defesa política, mas sobretudo, uma defesa moral, já que TODOS os seus concorrentes e adversários são cumplices com a agenda tirânica de dominação global que está em curso. Se Bolsonaro cair, como ocorreu com Trump, veremos o crescimento violento da imposição do passaporte sanitário e redução grotesca das liberdades civis. Vejam o que está acontecendo nos países ditos de primeiro mundo, como França e Austrália. A violência do Estado sobre o povo só está crescendo.

Estamos diante da última hora, aquele momento crucial da madrugada em que a noite fica mais escura perto do alvorecer, como se o mal tentasse, de todas as formas, impedir que a luz do dia chegasse para iluminar as nossas vidas. Eu tenho fé! Sei que às vezes bate desespero, desanimo e descrença quanto ao futuro, mas eu tenho fé!

Tenho fé em Deus e na sua justiça! 
Tenho fé em Deus e na sua misericórdia!
Tenho fé no Presidente Jair Bolsonaro!

Entenda uma coisa, eu estou fechado com Bolsonaro, pois em 2022 é Jair ou já era!

Por Professor Gervazio Lopes, colunista do jornal O Brado

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