Jovem é baleado durante ação da Força Tática e três pessoas acabam detidas em Rio Branco

Uma ação de policiais militares da Força Tática do 2º Batalhão terminou com dois homens presos, um adolescente de 17 anos apreendido e um jovem de 22 anos baleado na noite desta sexta-feira (9), na Vila Albert Sampaio, às margens da BR-364, no Segundo Distrito de Rio Branco.

Segundo informações da Polícia Militar, a equipe foi acionada após receber uma denúncia sobre a presença de pessoas armadas em uma residência. Os policiais seguiram até o local para averiguar a situação e realizaram a abordagem dos envolvidos.

Conforme a versão apresentada pelos militares, durante a abordagem, o jovem identificado pelas iniciais R. F. S., de 22 anos, teria feito um movimento para sacar uma arma e ameaçado a guarnição. Diante da suposta ameaça, um dos policiais efetuou um disparo que atingiu o rapaz. A dinâmica do episódio deverá ser apurada pelas autoridades.

Após o disparo, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado. A equipe da ambulância 07, de suporte básico, prestou os primeiros socorros, estabilizou o ferido e o encaminhou ao Pronto-Socorro de Rio Branco. As informações iniciais indicavam que o estado de saúde do jovem era estável.

A ocorrência também envolveu armas de fogo, incluindo uma pistola e um revólver, conforme informações repassadas pela equipe policial. Os materiais deverão integrar os procedimentos de apuração para esclarecer as circunstâncias da abordagem e a possível participação dos envolvidos.

Enquanto o jovem recebia atendimento médico, os outros três envolvidos foram conduzidos à Delegacia Central de Flagrantes (Defla). Os adultos identificados pelas iniciais A. G. S., de 34 anos, e E. R. C., de 18 anos, foram presos, enquanto o adolescente J. A. C., de 17 anos, foi apreendido para os procedimentos legais cabíveis.

A Polícia Militar informou que os envolvidos seriam ligados a uma facção criminosa com atuação no Segundo Distrito de Rio Branco. Essa suposta ligação ainda deverá ser investigada pelas autoridades competentes, não sendo possível tratá-la como fato comprovado neste momento.

A Polícia Civil deverá investigar a dinâmica da abordagem, a participação de cada um dos envolvidos e as circunstâncias em que o disparo foi efetuado pelo policial militar. Até a conclusão das apurações, as informações sobre a ocorrência permanecem preliminares. Da Redação do Diário do Acre, com informações do site O Alto Acre.

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