Mercosul-UE, fala sobre Maduro: os erros e acertos de Lula, segundo a Atlas/Intel

A gratuidade para todos os medicamentos do programa Farmácia Popular foi o maior acerto do terceiro mandato de Lula (PT) até aqui, enquanto a “taxa das blusinhas” foi o principal erro. A avaliação consta na pesquisa encomendada pelo instituto Atlas/Intel, que teve novos detalhes divulgados nesta quinta-feira (22).

O levantamento perguntou aos 5.418 entrevistados: “Você qualifica cada uma das seguintes decisões como acertos ou erros?”. A ampliação do benefício da Farmácia Popular, anunciado em fevereiro do ano passado, aparece no levantamento com 86% das respostas positivas, enquanto 7% dos entrevistados responderam “não sei”, e outros 7% afirmaram que foi um erro.

Segundo a pesquisa, 59% responderam que foi um erro do governo aplicar o imposto de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50 (cerca de R$ 300), enquanto 33% afirmaram que foi um acerto, e 8% não souberam responder.

A assinatura do acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia, por exemplo, aparece na pesquisa com 67% de respostas positivas, 20% negativas, e 13% não souberam responder.

Já a fala de Lula contra a captura do ditador venezuelano Nicolás Maduro, pelos EUA, foi criticada por 48% dos entrevistados. De acordo com o estudo, 43% apoiaram o posicionamento do governo, e outros 9% não souberam responder.

Erros e acertos de Lula, segundo a Atlas/Intel

Erros e acertos de Lula, segundo a Atlas/Intel

Lula lidera em todos os cenários

A pesquisa do instituto Atlas/Intel também mostra que o presidente Lula (PT) venceria em todos os cenários de segundo turno. Contra os governadores Tarcísio de Freitas (Republicanos), Romeu Zema (Novo), Ratinho Jr. (PSD), Ronaldo Caiado (União Brasil), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, a intenção de votos do petista é de 49%, enquanto em uma disputa com o chefe do Executivo de Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), a porcentagem cai para 48%.

Para um primeiro turno com Lula, o instituto considerou cinco possibilidades: sem Flávio, sem Tarcísio, com Michelle e sem um representante da família Bolsonaro e o governador paulista. Em todos os cenários, o petista lidera.

O levantamento também testou dois cenários de primeiro turno com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, como candidato do PT. Em ambas possibilidades, o ex-prefeito de São Paulo lidera a disputa ao Planalto.

De 15 a 20 de janeiro, o instituto Atlas/Intel entrevistou 5.418 pessoas por meio de recrutamento digital aleatório. A margem de erro é de um ponto percentual. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 15 de janeiro de 2026 com o número BR-02804/2026.

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