Faleceu na madrugada do último dia 14 de março, na cidade de Brasília, aos cinquenta e oito anos de idade, em decorrência de um infarto fulminante, o nobre e dileto irmão de Fé e companheiro de ideais e lutas por Cristo e pela Nação Brasileira que foi e seguirá sendo o companheiro Paulo Fernando Melo da Costa. Para a surpresa de todos aqueles que, como nós, acompanhávamos com viva e profunda admiração o seu infatigável trabalho em defesa dos excelsos princípios e valores sintetizados no lema “Deus, Pátria e Família”, na plenitude dos anos, a “irmã morte” de que nos falou São Francisco de Assis bateu-lhe à porta e o acompanhou ao descanso eterno dos justos.
Todos os numerosos admiradores da monumental obra que há anos vinha realizando em prol da causa da Fé, da Vida, da Família e do justo, sadio e equilibrado nacionalismo cristão ora lamentamos a partida prematura deste bravo cruzado de Cristo Rei e desta Terra de Santa Cruz, que, aliás, ao que tudo indica, teria um futuro ainda mais brilhante que o seu passado em nosso parlamento, para o qual seguramente seria, nas próximas eleições, finalmente eleito deputado federal titular e não mais suplente, caso o anjo da morte não o tivesse levado antes desta Pátria Terrena. Ademais, sabemos que a sua perda será irreparável, tanto para a Causa Vida e da Família quanto para o autêntico Movimento Nacionalista deste grande Império do pretérito e do porvir. Resta-nos, contudo, o consolo de que ele combateu o bom combate, completou sua carreira e guardou a Fé, tendo, assim, cumprido plenamente a sua missão na Terra, bem como a esperança de que esse exemplar cristão viverá eternamente, junto de Deus, na Pátria Celeste, e de que o Criador suscitará, nas gerações vindouras, homens de sua têmpera.
Como acabamos de afirmar, o companheiro Paulo Fernando Melo da Costa cumpriu integralmente sua missão neste mundo e é, a propósito, justamente de sua jornada terrena que doravante trataremos, nesta humilde homenagem a esse tão ínclito cristão e brasileiro.
Professor, advogado, jurista, jornalista, assessor parlamentar, ex-deputado federal, conselheiro da Ação Social do Planalto e da Frente Integralista Brasileira, presidente da Casa de Plínio Salgado, diretor da Associação Nacional Pró-vida e Pró-Família, membro do Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal (IHGDF), da Academia Taguatinguense de Letras, do Movimento Brasil sem Azar e de movimentos como Brasil sem Drogas, Brasil sem dor e Brasil sem aborto, Paulo Fernando Melo da Costa, que deixou viúva (a advogada Rebeca Melo) e quatro filhos (Plínio, Lucas, Marília Inês, João Miguel e Carlos Henrique), nasceu no Hospital Dom Bosco, na cidade de Brasília, no Distrito Federal, aos 11 de junho de 1967, sendo filho de Paulo Gonçalves da Costa e Cléa Rezende de Melo. O seu pai era português e médico obstetra, tendo sido o primeiro médico a adquirir um aparelho de ultrassonografia no Brasil, enquanto a mãe, descendente de portugueses e indígenas e, portanto, cabocla, era professora de espanhol e escritora, memorialista e poetisa e havia nascido em Piripiri, nos sertões do Piauí, município de que o Prof. Paulo Fernando recebeu o título de cidadão honorário. Em Piripiri, bela, tradicional e aprazível cidade sertaneja de ares imperiais, terra natal de grandes cantadores, violeiros e repentistas que fora fundada por seus ancestrais, viveu ele o País do Sertão, o Sertão Grego de que falava o magno poeta cearense Gerardo de Mello Mourão, seu primo distante e autor das monumentais epopeias O país dos Mourões (1963) e A invenção do mar (1997). D. Cléa, sua genitora, de quem há pouco falamos, era filha do também escritor e poeta Osíris Neves de Melo, pertenceu à Associação Nacional de Escritores (DF), à Academia de Letras do Brasil (DF), à Academia de Letras do Vale do Longá e à Academia de Ciências, Artes e Letras de Piripiri e publicou as obras Piripiri, à sombra de buganvílias e madressilvas, Osíris Neves de Melo: Eco de momentos vividos, Memórias de Piripiri, Nos tempos do Cel. Thomás Rebello, O cenáculo piauiense de letras e Pelos meus caminhos.
Quando jovem, na década de 1980, o companheiro Paulo Fernando ingressou no Seminário da Santa Cruz, em Anápolis, no interior de Goiás. Ali fez-se amigo e discípulo do bispo daquela cidade e diocese, o grande D. Manoel Pestana, cognominado “o Atanásio Brasileiro”. Foi, aliás, D. Manoel Pestana que lhe apresentou a obra de Plínio Salgado e de outros autores integralistas, bem como lhe recomendou que ingressasse no Movimento Integralista, do qual, a propósito, tornou-se um dos principais líderes após sua saída do aludido seminário. Foi ainda em Anápolis, em fins dos anos 80, que iniciou sua militância no chamado movimento pró-vida, de que igualmente se tornou um dos mais notáveis líderes, logo sendo cognominado “o terror dos abortistas”, assim como mais tarde seria chamado “o terror dos petistas” e “O terror do PT”. Aliás, como declarou, em vídeo recentemente publicado no Instagram, a senadora e ex-ministra Damares Alves, “todas as últimas leis pró-vida, pró-família do Brasil foram escritas e tiveram a autoria intelectual do Paulo”, e podemos testemunhar que foi ele o grande orientador da defesa da Vida e da Família no Congresso Nacional nos últimos três decênios.
De volta a Brasília ainda em fins dos anos 80 do século passado, o companheiro Paulo Fernando ali fundou o Centro de Estudos Políticos, Teológicos e Culturais (CEPOTEC) e se aproximou de diversos veteranos integralistas, em particular daqueles ali residentes, como o ex-deputado federal Abel Rafael Pinto, um de seus grandes mestres, assim como iniciou sua colaboração na imprensa, escrevendo em jornais integralistas e não integralistas de todo o País, e passou também a militar no Partido Democrático Social (PDS), havendo chegado a ser presidente da Juventude Nacional de tal agremiação política. Brilhante professor, nessa época, mais precisamente em 1987, passou a dar aulas de Ensino Religioso no Centro Educacional La Salle, em Brasília. Mais tarde, entre os anos de 1998 e 2019, atuaria como professor de Direito Constitucional e Eleitoral em diversos cursos preparatórios para concursos; em 2007, seria instrutor do CEFOR na Câmara dos Deputados na área de Processo Legislativo e Regimento Interno da Câmara dos Deputados; em 2010, por sua vez, coordenador do Curso de Pós-Graduação em Gestão Pública na Faculdade Fortiu, e, por fim, entre 2012 e 2014, professor da Universidade Cruzeiro do Sul do Distrito Federal, no curso de Secretariado Parlamentar e na Pós-Graduação em Assessoria Parlamentar.
A partir do ano de 1989, o companheiro Paulo Fernando, já então uma figura de proa no Movimento Nacionalista e no Movimento em defesa da Vida, iniciou sua longa e profícua atuação como assessor parlamentar. Nas décadas seguintes, trabalhou como tal tanto na Câmara dos Deputados quanto no Senado e tanto oficial quanto extra-oficialmente, tendo sido, em última análise, assessor, em maior ou menor medida, de todos os deputados e senadores comprometidos com a sustentação dos princípios e valores consubstanciados na trilogia “Deus, Pátria e Família”.
Em 1991, o Professor Paulo Fernando deu à estampa o seu primeiro livro, intitulado Direito Constitucional para concursos; em 1996, publicou o Regimento interno da Câmara dos Deputados comentado; em 2002, o Curso de Processo Legislativo na CNC da Confederação Nacional do Comércio, e por derradeiro, mas não menos importante, lançou, em 2003, a obra Missionários em defesa da Vida.
Em fins da década de 1990 do século pretérito, o companheiro Paulo Fernando ingressou no Partido de Reedificação da Ordem Nacional (PRONA), de cujo fundador, o saudoso Dr. Enéas Carneiro, fez-se amigo, conselheiro e braço direito, e tornou-se também conselheiro da Casa de Plínio Salgado, em São Paulo. Foi, aliás, na Casa de Plínio Salgado, instituição de que era o atual presidente e que busca preservar a memória e o legado desse tão grande quanto injustamente esquecido escritor, pensador e líder político patrício, que tivemos a honra de conhecê-lo, numa reunião no ano de 2005, quando já era ele, ademais, conselheiro e secretário nacional de assuntos jurídicos da Frente Integralista Brasileira (FIB), associação fundada no início daquele mesmo ano e de cujos estatutos fora um dos principais autores. Na época, era ele também assessor do deputado federal Elimar Máximo Damasceno, do PRONA, sendo, aliás, o autor dos memoráveis discursos e dos não menos memoráveis projetos de lei desse ínclito parlamentar mineiro, o único dos eleitos pelo PRONA na esteira do Dr. Enéas em 2002 que se mantiveram fiéis a este e à referida agremiação política nacionalista.
Havendo mencionado o Dr. Enéas Carneiro, reputamos ser mister sublinhar que foi ele aluno de regimento interno do Prof. Paulo Fernando na Câmara dos Deputados e, momentos antes de partir desta Terra, no leito de hospital em que se encontrava, chamou-o e pediu-lhe para se candidatar e dar continuidade ao seu legado político.
No ano de 2006, foi o companheiro Paulo Fernando candidato a deputado estadual pelo PRONA em São Paulo, tendo sido eleito suplente, e todos os integralistas da Terra Bandeirante participamos ativamente de sua campanha, que teve sua sede na própria Casa de Plínio Salgado.
Em 2015, o companheiro Paulo Fernando, que durante anos trabalhou na ressocialização de presos, foi diretor adjunto da Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso do Distrito Federal (FUNAP-DF). Já entre 2017 e 2018, durante o governo de Michel Temer, foi membro do CONAD (Conselho Nacional de Políticas contra as Drogas), representando o Conselho Federal da OAB. Em 2019, já no governo de Jair Bolsonaro, foi Secretário Nacional Adjunto de Promoção e Defesa da Pessoa Idosa no Ministério da Mulher, da Família e Direitos Humanos, e, em 2020-2021, ainda no governo Bolsonaro, ocupou o cargo de assessor especial do mesmo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, que era então encabeçado pela atual senadora Damares Alves. A partir do final da década de 2010, passou a colaborar ativamente na Ação Social do Planalto, instituição beneficente brasiliense fundada em 1963 por D. Carmela Patti Salgado, esposa do então deputado federal Plínio Salgado, e em 2022 ingressou no Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal, onde ocupou a cadeira 33, cujo patrono é Plínio Salgado, e foi eleito suplente de deputado federal pelo Republicanos do Distrito Federal. Nesta condição, assumiu o cargo de deputado federal em diferentes ocasiões entre os anos de 2023 e 2024. Dentre os diversos projetos que apresentou na Câmara, destacamos um propondo a inscrição, no Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria, do nome de Frei Orlando, capelão franciscano da Força Expedicionária Brasileira (FEB) e também integralista, morto na Itália em 1945, e outro requerendo que o local de serviço médico da Câmara dos Deputados passe a se denominar “Dr. Enéas Carneiro”.
Como jornalista, o Prof. Paulo Fernando colaborou por décadas em diversos jornais e revistas de todo País e atuou também no rádio, havendo sido locutor da Rádio Nova Aliança e da Rádio Federal em Brasília e diretor-presidente da Rádio Maria Brasil.
No último sábado, pouco depois do falecimento do companheiro Paulo Fernando, a senadora e ex-ministra Damares Alves lembrou-o em postagem publicada em seu perfil no Instagram. “Católico, pai, esposo, intelectual, ativista, parlamentar… Conheci e aprendi a admirar todas essas facetas deste grande homem. Vá em paz, meu amigo. Ficaremos aqui com muita saudade, mas na certeza de que o Senhor o recebe de braços abertos”, escreveu ela. O também senador Magno Malta, por seu turno, escreveu em comentário no Instagram: “Brasil perde um patriota de verdade e nós perdemos um amigo. Tive o privilégio de tê-lo como assessor”. Saudades eternas amigo.” Neste mesmo diapasão, a deputada federal Bia Kicis assim se manifestou, em nota de pesar igualmente publicada no Instagram: “Amigo, católico, um dos maiores regimentalistas da Câmara dos deputados. Atuou como deputado ao assumir a suplência do deputado Julio Cesar (Republicanos/DF). Conquistou o respeito de seus pares, tendo sempre votado a favor da vida e dos valores cristãos. Deixará saudades em nossos corações”. Na Câmara dos Deputados, o presidente desta, o deputado federal Hugo Motta, proferiu as seguintes palavras acerca do nosso ilustre companheiro tão cedo partido deste mundo: “Paulo Fernando era respeitado por sua capacidade técnica e profundo conhecimento do regimento da Câmara. Sua partida deixa uma lacuna entre aqueles que valorizam o debate qualificado.” Já em seu perfil, no X, antigo Twitter, o mesmo deputado, seu correligionário no Republicanos, assim afirmou: “Recebo com profunda tristeza a notícia do falecimento do Professor Paulo Fernando, ex-deputado do Distrito Federal. Homem de convicções firmes, dedicação à vida pública e compromisso com os valores que sempre defendeu, Paulo Fernando deixa um legado de lealdade, seriedade e respeito ao diálogo. Sua trajetória seguirá como referência para a política e para todos que tiveram a honra de conviver com ele. Neste momento de dor, me solidarizo com sua esposa, seus quatro filhos, familiares e amigos, pedindo a Deus que conforte seus corações e lhes dê força. A família republicana está de luto”. Diversos outros deputados federais de diversos partidos, a exemplo de Marcel van Hattem, Luiz Philippe de Orléans e Bragança, Maurício Marcon, General Girão, Coronel Chrisóstomo, Cabo Gilberto Silva, Rodrigo Rollemberg, Ricardo Ayres, Osmar Terra e Gustavo Gayer, também se manifestaram sobre o falecimento do companheiro Paulo Fernando, tendo o último protocolado na Câmara uma moção de pesar em sua memória. Em comunicado à imprensa, o deputado Marcos Pereira, presidente nacional do Republicanos, declarou: “Católico convicto, pai de família e homem de princípios, Paulo Fernando construiu uma trajetória marcada pela defesa da vida, da família, da liberdade religiosa e dos valores cristãos”. No mesmo documento, salientou o aludido parlamentar que “reconhecido por sua firme atuação em pautas conservadoras e pelo compromisso com aquilo em que acreditava”, o Prof. Paulo Fernando “tornou-se uma das vozes mais respeitadas entre os representantes da comunidade cristã e do movimento pró-vida no país”.
O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, por sua vez, assim afirmou: “Paulo Fernando foi um homem dedicado à vida pública, ao ensino e ao diálogo político. O Distrito Federal perde uma liderança respeitada e um cidadão comprometido com o país.” O Padre Kelmon, ex-candidato à Presidência da República, por sua vez, em postagem no Instagram, lembrou que trabalhou com o companheiro Paulo Fernando na ressocialização de presos no Complexo Penitenciário da Papuda e chegou a residir em sua residência e salientou que o conhecia de longa data e acompanhou por anos a fio a “sua incansável dedicação ao Brasil”.
Igualmente se manifestaram a propósito do passamento do Prof. Paulo Fernando outras figuras relevantes no campo da política, como a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, o senador Bruno Bonetti, a senadora Leila Gomes Barros Rêgo (Leila do Vôlei), os deputados distritais Eduardo Pedrosa e Paulo Belmonte, o deputado estadual fluminense Márcio Gualberto e os ex-deputados federais Rodrigo Valadares, Silvia Waiãpi e Cris Brasil, assim como diversas personalidades ilustres, a exemplo do advogado, jurista e escritor Ives Gandra Martins (que, em comentário no Instagram, ressaltou que o companheiro Paulo foi um “grande defensor da vida” e que “Deus o queria consigo”), dos ex-ministros Marcelo Queiroga e Adolfo Sachsida, do Padre Luiz Carlos Lodi da Cruz, do Frei Alex Nuno, do Pregador Anderson Reis e do jornalista escritor Hermes Rodrigues Nery. Este último, com efeito, assim escreveu em seu perfil no X:
A partida de Paulo Fernando Melo da Costa, ocorrida na em 14 de março, em Brasília, representa uma perda profunda e sentida para o movimento pró-vida no Brasil. Aos 58 anos, vítima de um infarto fulminante, encerrou sua missão terrena um dos mais dedicados defensores da vida, cuja atuação firme e coerente marcou décadas de luta em favor dos princípios cristãos e da dignidade humana desde a concepção.
Ao longo de sua trajetória, Paulo Fernando destacou-se como um verdadeiro apóstolo da causa da vida, articulando ideias, formando lideranças e influenciando diretamente a elaboração de políticas públicas. Sua atuação nos bastidores do Congresso Nacional foi decisiva para a consolidação de inúmeras iniciativas legislativas voltadas à proteção da família e dos nascituros, tornando-se uma referência incontornável nesse campo.
(…) O testemunho de Victor Emanuel Vilela Barbuy igualmente reforça a dimensão de sua obra, ao descrevê-lo como um “bravo cruzado de Cristo Rei” e um incansável combatente pelos valores de “Deus, Pátria e Família”. Sua atuação no movimento integralista e no meio nacionalista cristão foi marcada por coerência doutrinária e espírito de sacrifício.
(…) Diante de sua partida, permanece o consolo cristão de que cumpriu plenamente sua missão. Como recordam seus amigos e admiradores, combateu o bom combate, guardou a fé e deixa um exemplo que transcende sua própria existência. O Brasil perde um de seus mais valorosos defensores da vida, mas ganha um intercessor na eternidade — e a esperança de que novas gerações se levantem, inspiradas por sua coragem e fidelidade.
Nesta segunda-feira, dia 16 de março, familiares, amigos, políticos e irmãos de Fé e companheiros de ideal do Prof. Paulo Fernando se reuniram no Cemitério Campo da Esperança, em Brasília, para dar o último adeus a esse bravo combatente do bom combate por Cristo e pela Nação. Foi sepultado com as bandeiras do Movimento Pró-Vida e do Botafogo, seu time do coração. A Missa de corpo presente foi celebrada pelo Padre Luiz Carlos Lodi da Cruz, seu grande amigo e um dos mais importantes e corajosos defensores da Vida em nosso País.
Muitas páginas mais poderíamos dedicar à memória do companheiro Paulo Fernando. No entanto, o espaço e o tempo se fazem cada vez mais escassos. Assim sendo, e conscientes de que Deus não erra jamais e dirige sempre sabiamente os destinos dos povos e dos homens, a Ele agradecemos por nos haver dado o companheiro Paulo Fernando e rogamos, uma vez mais, que o acolha no Reino Celestial e suscite, nas gerações do porvir, homens da têmpera desse heróico soldado e apóstolo de Deus, da Pátria e da Família, que seguramente rogará por nós e pelo nosso Brasil nos Céus.
Victor Emanuel Vilela Barbuy, São Paulo, 16 de março de 2026.


