Três militares dos EUA morrem durante operação contra o Irã

O exército dos EUA disse neste domingo (1) que três militares foram mortos e cinco ficaram gravemente feridos na operação contra o Irã — as primeiras baixas de qualquer tipo anunciadas pelo lado dos EUA.

Os Estados Unidos lançaram bombardeios massivos contra o Irã e mataram seu líder supremo no sábado (28), com os ataques continuando no domingo.

“Três militares dos EUA foram mortos em ação e cinco estão gravemente feridos como parte da Operação Fúria Épica (Operation Epic Fury). Vários outros sofreram ferimentos leves por estilhaços e concussões — e estão em processo de retorno ao serviço”, afirmou o Comando Central dos EUA (CENTCOM) em um comunicado.

“Grandes operações de combate continuam e nosso esforço de resposta está em andamento. A situação é fluida, portanto, por respeito às famílias, reteremos informações adicionais, incluindo as identidades de nossos guerreiros caídos, até 24 horas após os parentes mais próximos terem sido notificados.”

As forças aéreas e navais dos EUA, junto com as forças israelenses, estão bombardeando pesadamente o Irã, e o presidente Donald Trump disse que o objetivo é destruir a capacidade militar do país.

Em resposta, o Irã disparou mísseis contra alvos em Israel e instalações militares dos EUA em toda a região.

Mais cedo, no domingo, a Guarda Revolucionária do Irã disse ter atingido com sucesso o porta-aviões USS Abraham Lincoln no Golfo com quatro mísseis balísticos. No entanto, o CENTCOM afirmou que o porta-aviões “não foi atingido”.

“Os mísseis lançados nem sequer chegaram perto. O Lincoln continua a lançar aeronaves em apoio à campanha implacável do CENTCOM para defender o povo americano, eliminando as ameaças do regime iraniano”, dizia um comunicado.

Mortes em Israel

Nove pessoas morreram, neste domingo, no centro de Israel, quando um prédio desabou após o “impacto direto” de um míssil iraniano, informaram os serviços de emergência israelenses.

No setor de Bet Shemesh, socorristas “confirmaram a morte de nove pessoas”, anunciou, em um comunicado, a organização Magen David Adom, o equivalente israelense à Cruz Vermelha.

A organização informou ter evacuado 28 feridos, dos quais dois em estado grave.

O míssil causou “danos importantes (…) e o prédio onde havia civis desabou”, acrescentaram as forças de segurança.

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