O senador Marcio Bittar (PL) participou na noite desta sexta-feira, 29, de uma reunião com policiais penais na sede da associação da categoria, ao lado dos pré-candidatos a deputado estadual Arlenilson Cunha e a deputado federal Eden Azevedo. O encontro reuniu lideranças importantes da polícia penal, entre elas Altemir Felipe, presidente do sindicato da categoria, e Carlos Sérgio, o Guariba, empresário, policial penal e presidente da associação.
Guariba abriu o encontro defendendo a participação política da categoria e o apoio ao senador. “A política é o caminho. Precisamos acreditar na política e, através de pessoas como o senador Marcio Bittar, fazermos a diferença. Arlenilson é uma voz da polícia penal, mas sozinho não pode fazer muita coisa. Se colocarmos as pessoas certas, vamos fazer as coisas andarem e fazer o Brasil crescer”, afirmou.
Ao se dirigir diretamente a Bittar, foi enfático: “A polícia penal está com o senhor. É uma questão de honra.”

Eden Azevedo contou que o convite para disputar uma vaga na Câmara Federal partiu do próprio senador e disse estar motivado para representar a categoria em Brasília. “Coloquem na mente da nossa categoria: podemos avançar, podemos subir de nível”, declarou o pré-candidato.
Arlenilson Cunha, deputado estadual e pré-candidato à reeleição, destacou o significado do momento para a classe. “A minha história está dentro da polícia penal. Hoje nós estamos escrevendo uma nova história no sistema prisional do Acre”, disse.

O deputado também defendeu a viabilidade da candidatura de Azevedo. “Poderemos ter o primeiro policial penal do Brasil na Câmara Federal. Temos condições, se estivermos unidos e focados”, completou.
Marcio Bittar encerrou o encontro fazendo críticas ao momento de insegurança pública no Brasil, que na sua avaliação tem origem na postura do atual governo federal diante do tema.
O senador destacou o potencial de união dos policiais penais, elogiou a atuação de Arlenilson Cunha e reforçou a viabilidade da pré-candidatura de Azevedo, apontando-o como alguém com real condição de se tornar o primeiro policial penal eleito deputado federal no país.


