Plano prevê usinas fotovoltaicas para abastecer escolas, unidades de saúde e prédios públicos, além de parcerias para melhorar a conectividade em todas as regiões.
Escolas, unidades de saúde e prédios públicos dos municípios de difícil acesso deverão receber energia de usinas fotovoltaicas. A proposta faz parte do Programa de Autonomia Energética para Serviços Públicos Essenciais, incluído no plano de governo de Mailza para os próximos quatro anos.
A iniciativa prevê começar pelas localidades que enfrentam maiores dificuldades de abastecimento e, posteriormente, expandir o uso da energia solar para hospitais, escolas e unidades de segurança pública nos demais municípios acreanos.
“Uma escola, um posto de saúde ou uma unidade de segurança não podem ter o atendimento prejudicado por falta de infraestrutura. Vamos usar a energia solar para dar mais autonomia aos serviços essenciais, começando pelas regiões que mais precisam da presença do Estado”, afirma Mailza.
Na conectividade, a proposta é articular parcerias com o Governo Federal, prefeituras, empresas e operadoras de telecomunicações para ampliar a infraestrutura digital e assegurar maior estabilidade no acesso à internet de alta velocidade em todas as regiões.
A conexão permitirá melhorar o funcionamento dos serviços públicos, apoiar a Telessaúde, ampliar o acesso às plataformas educacionais e facilitar a comunicação entre as equipes estaduais e as comunidades mais distantes. No campo, a conectividade também poderá apoiar a assistência técnica, o acesso a informações e o uso de novas tecnologias pelos produtores.
“Internet de qualidade não é mais luxo. É necessária para estudar, trabalhar, receber atendimento, produzir e acessar os serviços do governo. O desenvolvimento precisa chegar também às comunidades mais distantes”, ressalta Mailza.
O plano estabelece ainda a criação de padrões para obras públicas adaptadas às condições climáticas da Amazônia. Os projetos deverão incorporar eficiência energética, conforto ambiental, sustentabilidade e maior resistência aos efeitos das mudanças climáticas.
Com as propostas, Mailza pretende reduzir as desigualdades entre as regiões e garantir que a distância não impeça a população de ter acesso à educação, à saúde, à segurança e às oportunidades oferecidas pelas novas tecnologias.


