O vereador e presidente da Câmara Municipal de Rio Branco, Joabe Lira, participou nesta segunda-feira, 17, do Ato de Consagração do Comitê do deputado estadual Arlenilson Cunha (PL) e aproveitou a ocasião para reforçar publicamente seu apoio à candidatura do parlamentar à reeleição.
Durante o evento, que marcou o início da campanha de Arlenilson, Joabe destacou a relação de amizade construída com o deputado ao longo de quase duas décadas. Os dois se conheceram no sistema penitenciário do Acre, quando ingressaram juntos na Polícia Penal, em 2008.
“O Arlenilson é um amigo querido, que, assim como eu, vem de uma família simples, de uma família humilde, mas que tem a vida dele alicerçada nos caminhos do Evangelho”, afirmou Joabe.
Segundo o vereador, a trajetória dos dois foi marcada pela convivência profissional e, posteriormente, pela aproximação na política. Ele lembrou que Arlenilson participou de sua caminhada eleitoral e destacou também a parceria construída entre as duas lideranças.
“Desde então, começamos a trabalhar lá no IAPEN, e Deus foi trilhando nossos caminhos”, disse.
Joabe também relacionou a amizade com Arlenilson à identificação em torno de princípios cristãos. Para o vereador, o deputado mantém em sua atuação política valores que também orientam sua própria trajetória.
“Estamos muito felizes em apoiar você, porque, além do excelente trabalho que você tem feito, você defende os mesmos princípios que eu defendo”, declarou.
Igreja e trabalho social
Além de falar sobre Arlenilson, Joabe dedicou parte de sua fala a destacar a atuação social das igrejas, especialmente em locais onde, segundo ele, a presença do poder público é limitada.
“Eu sempre falo: ninguém faz o trabalho que a Igreja faz. A Igreja está nos presídios, está nos hospitais, está nos locais onde o poder público nunca nem imaginou chegar. A Igreja está lá”, afirmou.
O vereador citou ainda visitas realizadas à zona rural e destacou que, mesmo em comunidades distantes, é possível encontrar igrejas desenvolvendo ações de assistência social.
“A gente vai para a zona rural, para lugares muito longe. Lá tem uma igrejinha e lá tem um trabalho social”, disse.


