Desfrente Popular: projeto falido da esquerda se fragmenta ainda mais em Rio Branco

Nesta segunda-feira, 08, o Partido Socialista Brasileiro (PSB) lançou oficialmente a pré-candidatura do ex-deputado estadual Jenilson Leite para disputar a prefeitura de Rio Branco nas eleições deste ano. 

Durante coletiva de imprensa, o presidente estadual do partido, César Messias, não hesitou em alfinetar o velho companheiro e agora concorrente Marcus Alexandre (MDB): “Uma candidatura sem esconder nosso passado”, disse Messias, referindo-se ao passado petista de Marcus.

A decisão de lançar uma candidatura própria veio após o Movimento Democrático Brasileiro definir o nome de Marfisa Galvão (PSD) como pré-candidata a vice-prefeita na chapa encabeçada por Marcus Alexandre. 

Este movimento forçou o PSB a considerar uma candidatura independente.

Os planos para a ressurreição da finada Frente Popular (FPA), supostamente liderada por Marcus Alexandre, estão desmoronando. 

Com o rompimento do PSB, a esquerda na capital acreana sai enfraquecida, com Jenilson levando consigo o REDE, partido da ministra Marina Silva. Marina, mesmo sem prestígio no estado onde nasceu, esteve na última semana visitando a capital acreana para articulações com Marcus Alexandre. Agora, ela terá que recalcular suas rotas.

O projeto falido da esquerda se fragmenta ainda mais. Se bobearem, há uma grande possibilidade do atual prefeito Tião Bocalom (PL) ser reeleito no primeiro turno. Não sou eu quem diz isso, são os números e as últimas articulações: briguem com eles. Segundo um levantamento do Estadão, o pré-candidato de Lula em Rio Branco, Marcus Alexandre, está tecnicamente empatado com o pré-candidato de Bolsonaro, Bocalom. Briga acirrada e sem espaço para uma terceira via.

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