Em encontro com terceirizados, Marcio Bittar defende leis de proteção ao setor

O senador Marcio Bittar (PL) participou, na manhã deste sábado (14), de uma reunião com trabalhadores e representantes de empresas terceirizadas na livraria Paim, em Rio Branco. A agenda contou com a presença do empresário Jebert Nascimento, primeiro suplente de Bittar na disputa ao Senado em 2026, além do deputado estadual Chico Viga, do deputado estadual Fagner Calegário e do vereador Bruno Moraes.

Ao falar sobre Jebert, que é uma das principais lideranças do setor de empresas terceirizadas no Acre, Bittar destacou a importância da parceria e afirmou que procura manter a gratidão por aqueles que contribuíram para sua trajetória. “Se tem um defeito que eu procuro não cometer é o da ingratidão. Para mim, a gratidão é a mais bela virtude”, afirmou o senador.

“Não tem uma eleição fácil. Toda eleição é difícil. E essa parceria com esse grupo, eu sei que é fundamental para que nós tenhamos chance”, complementou.

Durante o encontro, o senador também defendeu que candidatos apresentem claramente suas posições ao eleitorado. “Ninguém vota em mim enganado. Todo mundo sabe qual é o meu lado, o que eu penso”, disse.

Na avaliação de Bittar, o eleitor precisa conhecer as ideias e posicionamentos de quem disputa uma eleição, inclusive quando existem divergências.

“Eu acho que é uma obrigação do candidato, com o eleitor, dizer quem ele é, o que ele pensa, qual é o lado dele”, afirmou o senador. Segundo ele, mesmo quem discorda das posições de um candidato pode respeitá-lo quando há clareza sobre suas convicções e propostas.

Bittar também abordou as demandas específicas das empresas terceirizadas e defendeu a criação de mecanismos legais que ofereçam maior segurança ao setor: “vocês precisam de leis que possam assegurar esse setor que veio para ficar, que não vai acabar, a oportunidade só vai aumentar”.

O senador citou ainda a necessidade de proteger as empresas terceirizadas e destacou que a legislação deve evitar interferências indevidas na atividade privada. “Precisa de uma legislação que proteja essas empresas, que não permita que elas sofram a pressão de um prefeito ou de um mandatário de plantão”, concluiu.

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