Em reunião com Grupo Arasuper, Bittar cita rede de supermercados como exemplo do que o Acre é capaz de produzir com desenvolvimento

Durante uma reunião com gerentes do Grupo Arasuper, nesta quinta-feira (3), na sede do Aramix Atacado, em Rio Branco, o senador e candidato à reeleição Marcio Bittar (PL) reafirmou uma de suas maiores bandeiras: destravar o uso do potencial natural da Amazônia. Fundada no Acre há 45 anos e com mais de 10 lojas espalhadas pela capital, a rede de supermercados foi citada por ele como exemplo de negócio que o estado precisa multiplicar.

Para o senador, a saída passa por mudança política. “Certas leis travam a Amazônia, proibindo praticamente que a gente utilize os recursos naturais que Deus nos deu. A Amazônia precisa ser libertada. Só tem um jeito: tirar quem provocou isso para destravar a região, para a gente poder utilizar nossos recursos, nosso potencial para prosperar e criar oportunidades que hoje não existem para milhares”, disse.

Bittar também aproveitou o encontro para elogiar a trajetória da família responsável pelo Grupo Arasuper, em especial, o sócio-diretor Adem Araújo: “Essa família é uma das famílias acreanas que ajudam a inspirar. As pessoas pensam: se eles conseguiram, também posso conseguir. A sociedade precisa de bons exemplos, que as pessoas possam mirar com honra e honestidade”, declarou.

Ao falar sobre desenvolvimento, o senador lembrou ainda a criação das emendas impositivas, mecanismo que, segundo ele, possibilitou a viabilização de recursos definitivos para a zona rural do Acre – incluindo dezenas de pontes de concreto que substituíram estruturas de madeira na área rural. “Tudo que foi feito na área rural nos últimos anos vem de uma emenda que eu consegui liberar com o presidente Bolsonaro”, disse.

Bittar afirmou também ter sido o responsável por levar a Flávio Bolsonaro as propostas para destravar a economia amazônica, além de ter sido relator da última CPI que investigou a atuação de ONGs na região. “É o tema que eu mais estudo desde 1999. Nós não precisamos concordar em tudo, mas o ponto que acredito que deveria unir todos os amazônidas é o de tirar a Amazônia da pobreza e a pobreza da Amazônia. Eu fiquei no Acre por amor ao estado e quero vê-lo desenvolvido”, concluiu o senador.

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